sábado, outubro 11, 2008

Um tom de luz

No canto um foco. A sua luz reflecte num pedaço de pedra na parede. É um recanto com contornos vários. Diferentes!
A música flui. Conhecida de uns. De outros nada. Simplesmente sons harmoniosos que se espalham pelos recantos vários da sala e das emoções. Serenidade. Prazer. Na companhia. Na conversa. Na intimidade. Na paz de espírito que me acompanha o copo de tinto. Estou em casa. A minha alma sente-se recostada no sofá em noite de nevão com a companhia da lareira, da manta e dos gatos ronronantes. Apreendo-te! Re-conheço-te! Desfruto-te! Encontro-te e vivo-te e não quero menos que isto.
Apetece-me tocar-te. Usufruir-te. Abusar-te! Mas algo em mim ainda me prende. Desconheço! Não alimento e quero que fique para trás. Sinto-te de uma energia não recente. Partilho contigo o que de mais meu tenho e sou. Desfrutar-te-ía se me libertasses deste jugo sem sentido ou conteúdo...

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